Alberto João Jardim é sem dúvida um dos políticos mais mediáticos. Todos os portugueses o conhecem pela sua verborreia e incontinência verbal. É um excelente actor tanto no cenário político como no Carnaval da Madeira. Diverte-se e faz divertir. Quando discursa, berra ,gesticula e por vezes é grosseiro e boçal nas frases que lhe saem da boca. Ataca sem rebuço o governo ou qualquer pessoa que não lhe caia
No último congresso do PSD Madeira correu com os jornalistas e não deixou fazer a cobertura completa do acontecimento. Segundo a explicação que deu a democracia representativa dá-lhe poder para pôr e dispor. Parece que para este senhor a democracia se esgota no acto eleitoral. Ora,a legitimidade eleitoral implica como é óbvio respeito pelos direitos humanos, pela liberdade de imprensa e pelo tratamento igual de todos os cidadãos. Se alguém tem medo de se exprimir ou de criticar o que não está bem então o regime não é com certeza democrático mas ditatorial. As pessoas devem, pois, pensar em quem votam para evitar situações destas. Mas se votam sempre da mesma maneira é porque estão satisfeitas e quanto a isto não há nada a fazer. Hitler também chegou ao poder através de um processo democrático e depois foi o que se viu.
Para justificar a enxurrada de dinheiro que vai do orçamento do Estado para a Madeira invoca-se a questão da insularidade. Mas
Sem reparar nas barbaridades que diz o dr. Alberto João não tem pejo em apodar de colonialista o Partido Socialista mimoseando igualmente o PC e o BE com o título de fascistas. Só faltou dizer que ele é o exemplo e o modelo a seguir. Ora os factos dizem precisamente o contrário e apontam para uma personalidade arrogante e autoritária que se pudesse reduziria a democracia a um único partido (PSD ). Penso que a melhor forma de resolver o diferendo Madeira-Continente, seria consultar os madeirenses através de referendo inquirindo se querem ou não ser independentes. Se ganhasse o sim ter-se-iam atingido dois objectivos: o Orçamento de Estado seria aliviado de verbas substanciais que são necessárias ao desenvolvimento do país e o governo deixaria de ser o alvo privilegiado das diatribes do dr. João Jardim. Para fazer rir os portugueses já temos os Gatos Fedorentos. Só não percebo porque é que ninguém com autoridade não manda calar este homem. Será por medo? Será que não ligam ao que ele diz porque o consideram inimputável ? Tudo isto dá que pensar.
Francisco Martins
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