Todos nós sabemos pelos órgãos de comunicação social os exageros da ASAE. É necessário um meio termo para não se cair no medo e no terror. Mas Pulido Valente
pelo que escreve e pelo que diz passou para o extremo oposto. Para ele não deve existir fiscalização nem polícia. Chamaria a esta posição anarquismo político. A polícia não é precisa para nada e a liberdade dos cidadãos deve ser total e não sofrer limitações. Assim, é que podemos falar numa verdadeira democracia.
Para P.V. o cidadão não precisa do Estado como ama-seca a impor regras e normas para que não ponha em causa a sua liberdade. Só que, se houver intoxicação alimentar ou falsificação de produtos, o cidadão não se vai queixar ou pedir indemnização a P.V mas sim ao Estado.
Ao colocar em figura de jornal uma placa com diversas proibições dá a entender que elas nunca se deveriam aplicar. Provavelmente seria mais simpático escrever:
-É permitido fumar;
-É permitido comer / beber
-É permitido circular sem cinto de segurança
-É permitido deitar papéis para o chão
Etc…Etc..Etc…
Teríamos assim uma sociedade onde daria gosto viver. Mas a realidade é bem diferente. A liberdade não é o livre arbítrio de cada um fazer o que lhe der na real gana sem respeito por normas ou pela ordem estabelecida.
A ordem não é nem deve ser um capricho dos governantes mas o mínimo que é necessário para garantir a segurança dos cidadãos.
Para finalizar diria que P.V. não é um “ liberal de pacotilha “ mas sim um utópico anarquista.
Francisco Martins
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